sexta-feira, 18 de abril de 2008

Uma sociedade espasmática

Quando na sua vida você teve que ler cinco livros, produzir um programa de televisão, escrever cinco grande reportagens, fazer um plano de comunicação para uma entidade de terceiro setor, produzir uma peça de teatro com base em um dos cinco livros que você está lendo, e ainda ser lindo, elegante, simpático, carismático e cheiroso em tempo integral, tudo isso ao mesmo tempo no pequeno intervalo de uma única semana?
Pois bem. Tirando a parte do lindo, elegante, simpático e carismático, que nem que eu quisesse dava pra fazer, os últimos dias foram de completo caos. Além de fazer tudo isso, tive que levar a cachorra pra passear, pagar contas, pagar contas, pagar contas e ajudar a prima de cinco anos no trabalho de "estudos sociais", sentado no chão e recortando palavras da revista VEJA. Há quanto tempo você não faz isso?

Mas, a vida vai em frente porque existe algum ditado popular que eu não me lembro agora que diz que um dia tudo que vai volta, ou... que a gente vai receber em dobro tudo que fizer, que o barato sai caro, ou sei lá, que água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. Enfim, o que eu quero dizer é que o que importa é que um dia tudo isso vai ser recompensado. E é essa força que vem lá de cima que me faz viver...

(not!)

Sem pieguice, tenho me sentido útil, coisa rara, e cansado, coisa não-rara.
Dia 21 agora tem um feriado estratégico. Coisas de Brasil mesmo. Tiradentes é feriado e o dia do Descobrimento do país, não.

Planos futuros:

- Academia
- Auto escola
- Completar a coleção de dvds de Friends
- Parar de comprar dvds!

PS: O título, nada a ver com o post, é referência a uma atitude intríseca ao ser humano que eu descobri nos últimos quatro meses. Espasmos são espasmos...

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