quinta-feira, 3 de abril de 2008

Inspira, expira e... espirra

Normalmente não demoro muito para escrever um post deste blog. É tudo sempre muito rápido, não exige preparo, ensaio ou período de experiência. Vai ver que é por isso que a qualidade (?) não tem cadeira cativa aqui . Mas essa não é a discussão do momento (E por um bom tempo não vai ser).
Estou há um tempão - leia-se, tempão mesmo - tentando escrever alguma coisa, mas os espirros não deixam. Todo mundo à minha volta está gripado, com a garganta inflamada, com dengue e, conseqüentemente, jorrando micróbios, vírus, bactérias, fungos (?), vírus (de novo, é porque são muitos), em cima de mim. Não sei se é psicológico, se é a poeira que nos últimos três meses invadiu meu quarto (já estão 'nevando' ácaros do teto em cima de mim) ou se realmente estou ficando doente, mas o fato é que eu não paro de espirrar.
E isso atrapalha. Atrapalha.
As promoções
Depois de ganhar o palm da Globo.com eu nunca mais dei sorte em nada. Mas, continuo firme e cismei que a sorte está ao meu lado. Não páro - não páro! - de me inscrever em promoções. Em todas elas eu estou colocando a maior esperança. Pensamento positivo também atrai ingressos de shows, casas pré-fabricadas, convites para feiras agropecuárias e liqüidificadores? Se atrair, há! Não vai sobrar pedra sobre pedra e promoção sobre promoção. Tá no papo!
A faculdade
Juro que na última semana, durante uma aula de "Comunicação e Cidadania", o tema de debate deixou de ser "As ONG's e o Terceiro Setor" e, em um segundo (enquanto eu fazia oum singelo desenho da professora no caderno), de repente, não mais que de repente, ele passou a ser: "Como o Galvão Bueno é simpático durante os almoços com os colegas de trabalho". Isso me deixa um pouco desnorteado.
Ou eu não estou conectado com as pessoas da sala, ou há algo errado com a empolgação de todo mundo quando em uma outra aula, a professora associa um tópico do pré-projeto a um...omelete. Nada contra, achei válida a comparação e a explicação. Mas, quando eu me assusto, todo mundo começa a gritar no meio da aula coisas como farinha de trigo, maizena e queijo parmesão.
Eu olhei para os lados e todo mundo se mostrava extremamente excitado com aquilo. Sabe como? Dando pulinhos, batendo palminhas e tudo! Tipo "Quem sabe mais ingredientes de omelete? Valendo!". Procurei algum olhar que se encontrasse com o meu, perdido no meio da multidão. Encontrei dois.
No sétimo período eu descobri que realmente não estou no clima da turma. Já era. O errado sou eu, por não querer saber o que o Galvão Bueno comeu no jantar, por não chegar a um orgasmo quando uma professora de TV conta as peripécias dela para gravar uma reportagem e, principalmente, por não querer demonstrar meus dotes culinários e dar uma receita de omelete na sala de aula. Que por sinal fica ótimo com espinafre, amiga dona-de-casa.


O clube

Eu não freqüento um clube. Próxima.

A igreja

Próxima...

A Ângela

O mundo vai ver a reconstituição do "irresconstituível". E tem gente que ainda tem coragem de me criticar quando eu falo que admiro a garra e a coragem dessa mulher. [ /ironia ]


(...)

3 comentários:

Thais Goetz disse...

"fungos (?)"

deve ser coisa do peixe da Marisa...

era Marisa???

vc é quase um rafinha.
muito
muito sortudo!

tcamargo2002@yahoo.com.br disse...

e aí, vc descobriu o que eram os espirros?? Minha sobrinha tá com isso, tá quase louca, e não pára!!

Anônimo disse...

intiresno muito, obrigado